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Por causa de queimadas e seca nos rios, autoridades vão analisar decretar situação de emergência no Acre

Brasiléia, Acre

A situação das queimadas somada com a seca em todas as bacias do Rio Acre pode resultar em decretação de estado de emergência na próxima semana. Autoridades da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Casa Civil do Acre vão se reunir na próxima segunda-feira, 31, para verificar se os critérios analisados até agora em relação aos incêndios ambientais e recursos hídricos são suficientes para o decreto de emergência ou não.

Na capital acreana, o manancial está marcando 1,47 metros e se aproxima da menor cota já registrada nos últimos quatro anos.

A situação se repete nos municípios do interior. Em Brasileia, o rio baixou 4 centímetros nesse sábado, 29, e marca apenas 1,22 metros.

“Estamos em todas as bacias do Rio Acre com cotas baixas e com isso aparecem as dificuldades. Uma delas é a questão da captação de água pelo Departamento Estadual de Água e Saneamento (Depasa)”, explica o coronel James Gomes, da Defesa Civil do Estado.

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O Depasa, inclusive, já está fazendo a captação de água com bombas flutuantes, o que reduz a capacidade de abastecimento à população. A previsão atual é de que o Acre passe os próximos sete dias sem chuva. “Com isso, as variáveis climáticas vão contribuindo para que favoreça a questão dos incêndios”, destaca Gomes.

Sem chuvas, elevação da temperatura e redução da umidade relativa do ar, as queimadas têm um cenário ideal e preocupante no Estado. “As queimadas desse ano estão acima da quantidade do ano passado. Toda essa situação complica a saúde das pessoas, somada a pandemia do coronavírus, que fica bem mais complicado”, salienta o coronel.

Possibilidade do estado de emergência

A reunião da próxima segunda-feira vai verificar o nível da situação das queimadas e escassez dos recursos hídricos neste período. A decretação do estado de emergência depende de critérios, como: redução do nível das águas, ausência de chuvas, quantidade de focos de calor, entre outros. “Esse cenário está contribuindo pra que a gente decrete situação de emergência, mas vamos ter que conversar pra ver como o Acre está, se ainda tem recurso que possa atender essa situação para nós fazermos o plano de contingência”, afirma a Defesa Civil.

Em alguns municípios acreanos, já estão sendo acampadas brigadas do ICMBio ajudando na questão dos incêndios ambientais, como em Feijó, Tarauacá e Cruzeiro do Sul.

Redação FN

Fonte: Ac24horas

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