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Moraes diz que existe “grupo criminoso” contra filho e cunhado.

16 de abril de 2020, Brasileia – AC

O deputado estadual Manoel Moraes (PSB) se manifestou na manhã desta quarta-feira, 15, sobre o desenrolar da operação Mitocôndrias, desencadeada pela Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Combate à Corrupção (Decor) e Departamento de Inteligência (DI), que investiga um suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à compra de merenda escolar pelo governo do estado do Acre. Entre os investigados, estão o filho mais novo, Cristian Sales, e um cunhado do parlamentar acreano, o empresário Manoel de Jesus Leite Silva.

Cristian e Manoel tiveram suas prisões temporárias decretadas pela justiça, junto com mais 5 investigados, na última quinta-feira, dia 9 de março. Como não foram encontrados no dia do cumprimento dos mandados judiciais, chegaram a ser considerados foragidos pela polícia, mas a família argumentou que ambos estavam ausentes por conta de uma pescaria previamente agendada em razão da Semana Santa. Eles se apresentaram à polícia dois dias depois, prestaram depoimento, e foram liberados nesta terça-feira, 15, assim como ocorreu com os outros 5 envolvidos.

A respeito das acusações, Manoel Moraes afirmou que irá até as últimas consequências para provar a inocência dos familiares. Ele diz que por trás das denúncias há a atuação de um grupo de empresários e alguns membros do atual governo que seriam responsáveis por um esquema de vendas superfaturadas que chegariam ao dobro ou triplo dos valores normais dos itens comercializados, além do pagamento de propinas, inclusive para setores da imprensa. Um dos nomes citados pelo deputado é o do secretário-adjunto da Educação, Márcio Matos Mourão, exonerado nesta quarta-feira, 15, pelo governador Gladson Cameli.

Moraes cita como exemplo do esquema uma dispensa emergencial de licitação datada de 7 de abril deste ano, assinada por Mourão, no valor de R$ 766 mil, que tem como contratante a empresa Distribuidora Cristal Ltda, de Antônio Tomé de Melo Júnior. O contrato com a duração de 90 dias ou até enquanto durar o Estado de Calamidade Pública no Acre tem como objeto a compra de cestas básicas para atender aos alunos na rede pública estadual de ensino na regional do Juruá.

Por André Pinheiro

fonte: Ac24Horas

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