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Cresce a tensão entre caciques do DEM e o Governo: há poucas horas, Rodrigo Maia criticou a presença do presidente Jair Bolsonaro em um ato pró-intervenção militar.

20 de abril de 2020, Brasiléia, AC.

SEGUE:

“Por trás do enredo envolvendo a demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, confirmada nesta quinta-feira, 16, há uma guerra fria político-partidária: de um lado da trincheira encontra-se o DEM, partido que controla dois ministérios no governo (Cidadania e Agricultura) e comanda a Câmara e o Senado, e do outro o presidente Jair Bolsonaro. O DEM enxerga na atual crise uma oportunidade para a retomada do protagonismo de outrora na cena política nacional. Para chegar lá, conta com trunfos importantes que lhes escapavam às mãos desde o governo FHC, quando a legenda era peça fundamental no tabuleiro político de Brasília. A meteórica popularidade de Mandetta, até há pouco aprovado por 76% da população, é o principal deles. Ao deixar o ministério, o médico se transformou quase que instantaneamente no maior ativo político da legenda. (…)
Bolsonaro, por sua vez, quer evitar ficar refém do partido que ajudou a turbinar. Para além das divergências sobre as políticas para combater o coronavírus, há também no movimento do presidente de apear Mandetta do Ministério da Saúde a intenção de reduzir o espaço político do DEM. Hoje, o partido usa as armas atualmente à disposição para ampliar o cerco sobre o mandatário do país – de olho no horizonte eleitoral. O DEM não é só a serpente que o presidente alimentou ao ser um dos artífices da eleição de Davi Alcolumbre ao comando do Senado e ao acomodar três integrantes da sigla na Esplanada dos Ministérios. De certa forma, o partido está para Bolsonaro como o PMDB esteve para o PT de Lula e Dilma Rousseff. Senão, vejamos. Tido pelo bolsonarismo com um dos maiores adversários políticos de Bolsonaro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, assim como Eduardo Cunha em 2016, é o dono da caneta capaz de deflagrar um processo de impeachment contra o presidente da República. Pedidos já não faltam…“

Redação fronteira News 

fonte: O antagonista

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